Por que o cigarro aumenta o risco de infarto

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Saiba por que o cigarro aumenta o risco de infarto

O cigarro é uma das drogas que mais viciam. Ele é responsável por aumentar o risco de surgimento de aproximadamente 50 doenças diferentes, além de elevar a pressão arterial e a frequência cardíaca em até 30%. As doenças cardiovasculares, como a angina e o infarto, estão entre as mais comuns.

O infarto agudo do miocárdio ou infarto do miocárdio, mais conhecido também como ataque cardíaco, acontece quando parte do fluxo sanguíneo do coração sofre uma intensa e súbita interrupção, ocasionando a morte das células do miocárdio (o músculo cardíaco). No mundo ocidental, essa doença é uma das principais causas de mortes.

A angina é uma dor no peito causada pela falta de oxigênio ao coração e pelo estreitamento das artérias que conduzem sangue até ele. O hábito de fumar sobrecarrega o coração, o que pode resultar em crises de angina, e, possivelmente, em infarto.

Entenda como a nicotina age no coração de um fumante

A nicotina vai diretamente para o coração, o cérebro e a circulação, além de prejudicar todo o organismo do fumante. Ela causa dependência e chega ao cérebro muito mais rápido do que a cocaína. Sua ação é exercida pelos sistemas simpático e parassimpático e quando a adrenalina é liberada, influencia na redução de consumo de oxigênio. Também faz com que o corpo passe a absorver mais colesterol.

A fumaça do cigarro contrai os vasos capilares dos pés e das pernas e um único cigarro já é suficiente para contrair todos os vasos sanguíneos do corpo. A cada tragada, ocorre o endurecimento das artérias do fumante, fazendo com que o coração trabalhe mais intensamente. Durante esse processo, os pulmões absorvem ácido carbônico, monóxido de carbono (aquele que sai do cano de escapamento dos automóveis), amônio, piridina e outras substâncias que contém alcatrão (composto de chumbo, polônio e arsênio), que em seguida caem na corrente sanguínea.

Além disso, qualquer tipo de tabaco pode estimular a produção de novas placas nas artérias e piorar a aterosclerose (acúmulo de gordura nas paredes das artérias).
Os homens fumantes têm seis vezes mais chances de ter um infarto se comparados aos homens não fumantes. Nas mulheres, esse risco é três vezes maior. E não são só os fumantes que têm mais chances de sofrer um infarto: o fumante passivo tem aproximadamente 30% a mais de risco do que uma pessoa que não se expõe a fumaça do cigarro.

Segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), 10% dos fumantes podem ter uma redução de expectativa de vida de até 20 anos. Portanto, se você é fumante, a única forma de reduzir as chances de ter um infarto é parando de fumar. É importante lembrar que optar por cigarros com baixo teor de alcatrão e nicotina não significa diminuição do risco de infarto e de morte.

Para facilitar o processo de parar de fumar, há opções de medicamentos no mercado, além de adesivos de nicotina e outros métodos. Mas acima de tudo, o bom resultado vai depender da determinação e força de vontade do fumante.

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Porque parar de fumar?

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